Arquitetura Missioneira
- Leo Tatsch
- 9 de ago. de 2019
- 1 min de leitura
Atualizado: 19 de ago. de 2019
Cidades que buscam em suas origens, uma identidade que as diferencie das demais, tem melhores e maires condições de desenvolvimento pois sua autenticidade local ou regional, atrai olhares e investimentos os mais variados possíveis, no turismo, no serviços, no comércio e nas mais variadas atividades, fazendo assim girar a economia, criando empregos e oportunidades.
A arquitetura pode dar sua contribuição nesta formação ou formatação desta identidade, desde uma residência como esta da família Lambert em São Borja, como no urbanismo, onde equipamentos urbanos tais como praças, ruas de pedestres e equipamentos urbanos podem contribuir para que esta identidade comece a ser adotada pelos seus habitantes e admirada pelos visitantes, tornando-se assim em um produto diferente dos demais.

Linhas que aparecem nas ruínas das construções Jesuíticas na Região das Missões, no Rio Grande do Sul, Argentina e Paraguai, estão presentes nos projetos com este objetivo, ou seja trazer para o cenário atual aquilo que foi destruído pelos ocupantes deste território. Também podemos observar o uso de materiais característicos da região tais como tijolos maciços de barro (cerâmicos), telhas cerâmicas, arenito (pedra de grês) e cores que se adaptam as características de uma localidade onde a terra vermelha é um forte componente geológico.
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